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Educação Física

Educação Física 

A educação física é uma disciplina para todos, independentemente da habilidade ou das qualidades físicas de cada um: 

• abrange um leque diversificado de modalidades e atividades físicas e desportivas; 

• contribui para o desenvolvimento integral do indivíduo nas suas várias dimensões – quer a nível físico/motor, quer a nível psíquico, favorecendo a construção da personalidade e promovendo uma atitude ética responsável e saudável perante os outros e a sociedade.

Conceito de Educação Física Qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que resulte em dispêndio energético. Área do conhecimento humano ligada ao estudo e às atividades de aperfeiçoamento, manutenção ou reabilitação da saúde do corpo e da mente do ser humano. Fundamental no desenvolvimento do ser como um todo.

A aula de Educação Física é composta por três partes 

1.ª Parte - Aquecimento e instrução inicial • Saudação e apresentação das atividades a desenvolver na aula. 

• Preparação do organismo do aluno para a atividade física/esforço para melhorar a elasticidade dos ligamentos e dos tendões, assim como a lubrificação das articulações. Esta preparação provoca uma melhoria na fluidez e na eficácia do gesto, prevenindo os problemas de articulações. 

• Realização de vários exercícios gerais e de dificuldade gradual, com uma duração entre os 5 e os 10 minutos, para elevar-se gradualmente os batimentos cardíacos (frequência cardíaca), trabalhando os músculos e as articulações que serão mais usados durante a aula. 

• Exemplos de exercícios: corridas variadas, jogos e alongamentos. 

2.ª Parte - Parte principal • Objetivo: aprendizagem e aperfeiçoamento de uma ou várias modalidades e desenvolvimento das capacidades motoras. 

• Realização de exercícios variados, iniciando sempre com os mais simples e com uma movimentação de menor intensidade, e aumentando gradualmente a sua dificuldade. Duração entre os 30 e os 40 minutos. 

• Exemplos de exercícios: exercícios de dribles, passes, exercícios em grupo. 

3.ª Parte - Parte final • Objetivo: fazer o relaxamento. Tempo de duração entre 5 a 10 minutos. • Exemplo de exercícios: alongamentos. 

O que é uma boa aula de Educação Física? 

• Antes, durante e após a aula de Educação Física tem de se cumprir, respeitar, organizar, ajudar. 

• Cumprir as regras de assiduidade, de bom comportamento, de organização do espaço de aula, de segurança e higiene associadas às atividades físicas. 

• Respeitar os colegas, os professores, os auxiliares, o manuseamento dos materiais e as instalações desportivas. 

• Organizar o equipamento, o plano de estudo e as rotinas de realização das tarefas. 

• Ajudar os colegas a cumprir as regras. 

A aula de Educação Física deve: 

• decorrer num local apropriado, limpo e espaçoso; 

• ser atrativa, motivante, interessante, socializadora, cativante, saudável, organizada e com um ambiente harmonioso; 

• ser agradável, desafiadora, divertida e permitir o crescimento como ser humano; 

• permitir que se adquira o gosto pela atividade física, pelo exercício físico e pelos desportos; 

• ter competição, para que seja possível aprender a perder e a ganhar, a descobrir-se os limites e a testar-se a força de vontade; 

• estimular o espírito crítico, a oportunidade de falar, o afeto, o conforto, a segurança, a paz, o diálogo, a disciplina e o respeito mútuo; 

• permitir aprender consigo próprio, com o professor e com os colegas, e despertar a curiosidade e a criatividade; 

• proporcionar ensinamentos úteis para a vida; 

• ensinar, reforçar e zelar pelos princípios da moral, da ética e dos bons costumes; 

• favorecer a descoberta da mente e do corpo (as nossas capacidades) e dominá-los.

Amália Ferreira

Filipe Dias

Pratiquem Desporto! Vivam com saúde!

Desporto em crianças e jovens. O que eu penso e o que a ciência diz!
Muito se tem falado sobre o papel do desporto no crescimento e desenvolvimento de crianças e jovens. Todavia, por paradoxal que pareça, existem ainda poucos dados científicos que suportem muitas das afirmações que se vão lendo e ouvindo. Por um lado, fala-se de que há cada vez mais crianças com excesso de peso e obesidade e, simultaneamente, debate-se a questão do denominado treino intensivo precoce. Isto é, os possíveis malefícios do treino intenso com crianças e jovens.
Há cerca de 2 semanas participei como conferencista numa reunião científica para pediatras e em que abordei exactamente este tema: o papel do exercício no crescimento saudável dos nossos miúdos. Como se sabe, não são raras as vozes a falarem sobre os malefícios provocados sobre o treino de modalidades exigentes em idades precoces como a natação e a ginástica. Fala-se muito que esses jovens atletas acabam por ter uma vida social muito limitada, têm problemas de crescimento, lesões frequentes, etc. Ora, o que se sabe, do ponto de vista científico, é que não há quaisquer evidências que suportem estas afirmações. Retira-se daqui, obviamente, os casos absurdos e irresponsáveis.
Tenho tido uma experiência profissional fantástica como fisiologista da equipa de natação do FC Porto. Já lá vão 3 anos. São jovens que treinam 9 e 10 vezes por semana. Entram na piscina às 7.00 da manhã, faça chuva ou sol, acabam o treino e vão directamente para as aulas. Às 8.30 já estão prontos para começar um dia escolar intenso. Voltam de novo às 19.00 à água ou ao ginásio. Repetem isto todos os dias da semana e acrescentam ainda 2 treinos no fim-de-semana. Resultado: excelentes atletas, miúdos alegres, sociáveis, bons estudantes. Saiem à noite, convivem, vão a festas, fazem férias, etc. Ou seja, não são extra-terrestres! Fico impressionado quando ouço alguns neo-pedagogos chamarem à atenção para este aparente exagero. Não é exagero. É organização, cumprimento de objectivos, solidariedade com a equipa, identificação colectiva, orgulho de pertença. Não é isto que nós dizemos sistematicamente que falta a esta geração? Se sim, porque receamos?
Por exemplo, onde estão as evidências dos malefícios do treino intenso em crianças? Serão os seus efeitos benignos e reversíveis ou irreversíveis e persistentes no tempo? Serão as crianças mais susceptíveis às lesões de sobrecarga? Como se demonstra que especializar precocemente encurta a carreira desportiva de um atleta? Como é possível entender as denominadas “fases sensíveis” se a prática do treino se encarrega cabalmente de as desmentir? Que justificações biológicas têm, na realidade, as “fases sensíveis”?
Temos de nos preocupar é com as consequências de um número cada vez maior de crianças e jovens que passam o tempo “sem fazer nada”. Não praticam um desporto, não estudam, não se identificam, não se focam e, como tal, acabam por pagar um preço elevado. Este deverá ser a nossa preocupação central.
Já percebemos que a questão do excesso de peso não é fácil de resolver. Não é o desporto por si só que resolverá o problema. Mas ajuda. E, para isso, a Escola tem que, por um lado, encarar as aulas de Educação Física tão importantes como a Matemática ou o Português. E, por outro, eleger estes jovens desportistas como exemplos, como referenciais. Caso contrário, teremos uma geração de gente pouco saudável, física e intelectualmente.
A Escola e a Universidade que continuem a considerar o desporto como uma actividade menor, com reduções de horário, com desculpas para os que “não têm jeito” para o Desporto e depois não se queixem. Claro que a Escola e as entidades oficiais poderão sempre contentar-se com uns cartazes, os dias da saúde ou as caminhadas no dia do Pai. Mas, infelizmente, não chegará.
Deixemo-nos de hipocrisias e falsos sentimentalismos. Os jovens desportistas que treinam, que têm objectivos e que lutam por eles são um exemplo e devem ser vistos dessa forma.
Caro leitor, esta minha experiência com estes nadadores jovens e, com toda a certeza, com muitos outros, tem sido uma lição de vida para mim. Aprendem desde muito cedo, aquilo que deu o título à minha crónica da semana passada. Não é uma questão de tempo. É de energia!

De resto, salvo raras excepções e que correspondem habitualmente à falta de conhecimento, os estudos mais recentes salientam alguns aspectos importantes e a reter:
1º Os pais devem estar mais preocupados com a capacidade técnica do treinador do que com a quantidade de treino;
2º A maioria das lesões ocorre por deficiência de material e protecção inaadequada (ex: caneleiras no futebol, joelheiras, etc.). A supervisão do treinador é o aspecto essencial;
3º O treino mais intenso deve ser acompanhado por uma alimentação adequada. Um jovem que treina 8 vezes por semana não se pode alimentar como um sedentário;
4º A maioria das alterações provocadas pelo treino intenso são benignas e reversíveis.
Em resumo, enquanto pais, preocupem-se mais com a qualificação do treinador e do equipamento de treino do que com a quantidade e intensidade do treino!

TPC
1. Estimule o seu filho a praticar um desporto;
2. Não dê a entender que o desporto é algo menor a que se pode faltar por qualquer razão;
3. Entenda o desporto como algo tão importante como outra actividade qualquer;
4. O desporto é uma actividade exigente que “treina” os jovens para as dificuldades da vida. Por isso, faltar, não se empenhar é um sinal de compromisso. No desporto e, ser+a certamente, na vida.
5. Vá com o seu filho ver espectáculos desportivos. Incentive-o a ser um desportista. Tem custos mas tem benefícios incríveis”

Publicada por José Soares
23 de Fevereiro de 2012

Harvard apresenta nova pirâmide dos alimentos

Exercício físico e café são novas sugestões

 My Plate é baseado em investigação mais actual.

O Departamento de Nutrição da Universidade de Harvard propôs substituir a pirâmide ou roda dos alimentos, apresentando a figura de um prato que mostre quantidades aconselháveis e incluindo exercício físico. Os especialistas dizem que esta sugestão "é baseada em investigação mais atual, sem interesses da indústria nem pressões políticas e, para além disso, dá recomendações mais específicas e precisas".


O guia de alimentação designado por "My Plate" aventa ser mais informativo e intuitivo do que o modelo piramidal, já que as proporções dos alimentos a ingerir são mais explícitas. A proposta é encher metade do prato com fruta e legumes, um dos quartos restantes é para cereais e o outro é reservado a proteínas (recomendando peixe, aves, feijão e nozes), mas inclui ainda óleos vegetais e um copo de água, que pode também ser substituído por uma chávena de café ou chá (limitando para crianças).
No entanto, não sabemos se a cota parte ocupada pelos cereais no prato se refere a cereais normais ou integrais, por exemplo, entre outras questões. Alguns especialistas já estão a criticar de forma negativa o "My Plate" porque parece ser mais a favor de ir buscar proteína à carne vermelha do que ao peixe.

Quanto a óleos, o esquema em forma de prato não fala das vantagens do azeite relativamente a outros. Esta nova pequena roda dos alimentos inclui ainda o exercício físico, um sector que até agora nunca tinha sido abordado. A sugestão principal deste esquema alimentar é ter um “prato colorido” e variado.

Fazer 150 minutos de exercício por semana reduz risco de cancro - Ciências - PUBLICO.PT

Fazer 150 minutos de exercício por semana reduz risco de cancro - Ciências - PUBLICO.PT

“A actividade física desempenha um papel importante na redução da incidência de determinados cancros”, afirma Ala Alwan, director-geral adjunto da OMS para as Doenças Não Transmissíveis e Saúde Mental.
Segundo o responsável, “a inactividade física é o quarto factor de risco principal para todas as mortes globais, sendo que 31 por cento da população de todo o mundo não pratica actividade física”.

As novas recomendações alertam que, pelo menos, 150 minutos de actividade física aeróbica de intensidade moderada durante a semana, para as pessoas com 18 anos ou mais, podem diminuir o risco de doenças não transmissíveis, incluindo cancro da mama e do cólon, diabetes e doenças cardíacas.

Nas idades entre os 5 e os 17 anos, é recomendado, pelo menos, 60 minutos de actividade física moderada a vigorosa, pode proteger a saúde e reduzir o risco dessas doenças.

A inactividade física, crescente em muitos países, está associada a 3,2 milhões de mortes por ano, incluindo 2,6 milhões em países mais pobres, a mais de 670 mil mortes prematuras (pessoas com idade inferior a 60 anos) e a cerca de 30 por cento de diabetes e doença cardíaca isquémica.


Desporto é vida

Terceiro valor mais elevado da Europa

Maioria dos portugueses nunca praticou desporto

Mais de metade dos portugueses, 55 por cento, não praticam qualquer desporto, nem sequer raramente, o que representa o terceiro valor mais elevado da União Europeia, revela um estudo esta segunda-feira divulgado em Bruxelas pela Comissão Europeia.

O "eurobarómetro sobre desporto e actividade física", citado pela agência Lusa, revela que, em média, 9 por cento dos europeus praticam desporto "regularmente", 31 por cento "com alguma regularidade", 21 por cento "raramente" e 39 por cento "nunca", sendo que neste último caso Portugal apresenta um valor muito acima da média comunitária.

Em Portugal, 9 por cento dos inquiridos afirmaram que praticam desporto ou exercitam-se regularmente (pelo menos cinco vezes por semana) - neste caso em linha com a média europeia -, 24 por cento ao menos uma vez por semana, 11 por cento raramente, mas a maioria, 55 por cento, admitiram que "nunca" fazem desporto.

Entre os 27, só se encontram percentagens mais elevadas de cidadãos que nunca praticam qualquer desporto na Grécia (67 por cento) e na Bulgária (58), e valor idêntico ao de Portugal em Itália (55 por cento).

Questionados sobre as razões que impedem uma prática de desporto mais regular, a maioria dos portugueses, 37 por cento, apontam que não têm tempo, sendo o segundo motivo específico mais invocado (por 13 por cento, atrás dos 17 por cento que "não sabem") o facto de ser "demasiado caro", uma justificação dada apenas por cinco por cento dos europeus, em média.

In Correio da Manhã

COMENTÁRIO: Continuem a tratar a disciplina de Educação Física como uma "coisa" menor e depois gastem mais em saúde!!! Os hábitos de vida saudável ganham-se na juventude e o desporto é um deles. Habituem as crianças a praticar desporto e serão adultos mais activos e saudáveis.

Parlamento Europeu quer mais Educação Física

O relatório da Comissão da Cultura e da Educação do Parlamento Europeu (PE) refere que em Espanha, Portugal e Itália os níveis de excesso de peso e de obesidade são superiores a 30% nas crianças com idades compreendidas entre 7 e 11 anos.

O P.E. defendeu por isso que a Educação Física deve ser obrigatória no primeiro ciclo e no secundário, com pelo menos três aulas por semana. A ideia foi esta semana apresentada no PE com a aprovação de um relatório sobre o papel do desporto na educação, com 590 votos a favor, 56 contra e 21 abstenções.

Os eurodeputados pedem aos estados-membros que invistam em instalações desportivas de qualidade nos estabelecimentos de ensino e nos centros de treino, propondo no documento que o horário escolar inclua, pelo menos, três aulas de educação física por semana, “embora as escolas devam, na medida do possível, ser incentivadas a ultrapassar este objectivo mínimo” para que haja um equilíbrio entre as actividades físicas e intelectuais durante o período escolar.

Mas, em Portugal, a Educação Física não é obrigatória no primeiro ciclo. Um professor e dirigente da Associação Portuguesa de Professores de Educação Física, considerou que este pode ser um passo positivo, já que tem havido um retrocesso nesta área. “Há dois anos, a Expressão Física/Motora fazia parte do currículo escolar. Este ano, o Ministério decidiu que a actividade em que pode ser feito exercício físico é extra-curricular e da responsabilidade das autarquias”. Ou seja, as actividades físicas deixaram de fazer parte do programa, “o que significa um claro retrocesso”.

A falta de instalações para a prática desportiva é outro problema identificado pelo docente, que sublinha haver escolas “onde a prática de actividades físicas têm de ser feita na sala de aula ou no recreio”, admitindo que nos casos dos 2º e 3º ciclos tem havido evolução.

Na União Europeia aparecem por ano cerca de 400 mil novos casos por ano de crianças com excesso de peso. Um problema a que Portugal não foge. Mas o professor defende que é apenas uma consequência. “Não se deve olhar somente para a obesidade” mas para o “sedentarismo”. O professor defende que a prática de exercício três vezes por semana é o ideal. “É preciso fomentar o gosto pela actividade física e pelo exercício. É importante criar o hábito antes de haver um problema de obesidade” 1.

Enquanto a questão dos espaços para a prática de actividades físicas não seja já um problema para parte significativa do parque escolar, a novidade é que o Governo vai mandar fechar todos os ATLs das escolas e incluir essas actividades complementares no horário normal escolar. A medida afectará “cem mil crianças”, que ficarão sem acompanhamento e levará ao “despedimento de mais de 12 mil trabalhadores” 2.

1. Ver Metro 2007-11-14, p. 4

2. Ver www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=265629&idselect=10&idCanal=10&p=200

Obesidade: o que é e como combatê-la

A maioria dos adultos mantêm um peso aproximadamente constante, graças a um complexo sistema de controlo composto por diversos mecanismos (químicos, hormonais e outros). As anomalias nestes mecanismos resultam em flutuações exageradas no peso. As mais comuns são o excesso de peso e a obesidade. A obesidade é uma doença que se traduz em excesso de peso por acumulação de gordura no organismo e está intimamente associada a outras doenças: - Diabetes, HTA, hiperlipidémia (gordura elevada no sangue), insuficiência respiratória, artroses, doenças cardiovasculares e a certos tipos de cancro.

O que é obesidade?

Obesidade é uma condição de gordura excessiva, seja generalizada ou localizada. É um estado no qual o peso excede o padrão estabelecido para uma dada altura.

O que é o peso ideal?

O peso é influenciado por factores físicos e psicológicos, pelo estado de saúde, pela alimentação praticada e pela energia despendida.

IMC = peso/(altura)2

Que desportos é que há?

Classificação dos desportos:

· desportos atléticos e gímnicos – atletismo, ciclismo, ginástica, alterofilia...;

· desportos com bola:

- colectivos – futebol, andebol, voleibol...;

- individuais – ténis, golfe...;

· desportos motorizados – automobilismo...;

· desportos hípicos – equitação...;

· desportos de “inverno” – hóquei no gelo, saltos de esqui...;

· desportos náuticos – natação, vela, remo...;

· desportos de combate – boxe, luta, esgrima...;

· desportos de integração (adaptados) – boccia, lançamento de precisão...;

desportos combinados - triatlo...

As aulas de Educação Física

O que se pretende com este blog é contribuir de uma forma fácil e moderna (lol) para valorizar e compreender a disciplina de Educação Física, proporcionando-te novas formas de adquirires conhecimentos, desenvolveres capacidades e consolidares atitudes e valores.
Espero que possas utilizá-lo como um instrumento válido no teu trabalho, na concretização das competências de conhecimento, de atitude e de acção. Procura ainda mostrar-te a importância da prática da actividade física regular.
Para obteres sucesso no teu trajecto deves trabalhar, estar atento e cooperar com o(a) Professor(a) e colegas.
O que se pretende que aprendas nas aulas de Educação Física:
  • Conhecer as regras, as técnicas, a organização e formas de participação nas diferentes actividades físicas desportivas abordadas;
  • Compreender as actividades físicas desportivas como um aspecto importante na melhoria dos conhecimentos da cultura física;
  • Identificar e interpretar os benefícios da prática de actividades físicas no combate aos fenómenos da industrialização, urbanização e poluição;
  • Saber aplicar os processos de elevação e manutenção da condição física;
  • Identificar e aplicar as regras de higiene e segurança na prática das actividades físicas desportivas.
De que forma:
  • Participar activamente em todas as situações e procurar o êxito pessoal e do grupo. Para isso tens de:
  1. - relacionar-te com cordialidade e respeito;
  2. - cooperar nas situações de aprendizagem e organização nas diferentes actividades desportivas.
Mas o que é Educação Física?
Vamos lá ver então de que forma se define a disciplina:
Educação - processo que visa o desenvolvimento harmónico do homem nos seus aspectos intelectual, moral e físico e a sua inserção na sociedade.
Físico - corpo, configuração da pessoa, modos de ser da natureza .
Logo, Educação + Física = Desenvolvimento do corpo em todas as suas formas naturais.

Nas aulas de Educação Física, assim como nas outras, o seu bom funcionamento depende do cumprimento de diversos factores. Um dos primeiros que deves saber são os teus direitos e os teus deveres:
Direitos - Condições de higiene nas instalações; Utilização do material desportivo; Ser respeitado; Ser tratado com imparcialidade.
Deveres - Respeitar as regras de higiene e segurança; Preservar o material; Respeitar os outros; Ser assíduo e pontual.

Abraço
Tiago